A prática religiosa era aqui pouco habitual nos homens, servindo como pretexto, a falta de tempo ou apodando-se, tal, de "coisas de mulheres".

Os princípios institucionais da Igreja Católica eram assim apoucados em benefício das crenças religiosas mais intimistas. Nestas era depositada uma confiança talvez excessiva, acreditando-se nos seus poderes e criando, inclusive, um certo acomodar em relação à resolução de determinadas situações.